Análise do perfil clínico de pacientes com doença hepática esteatótica associada à disfunção metabólica submetidos à elastografia hepática transitória
| Título | Análise do perfil clínico de pacientes com doença hepática esteatótica associada à disfunção metabólica submetidos à elastografia hepática transitória | pt_BR |
| Autor | Marcello Filho, Eraldo | |
| Autor | Eberhardt, Jordão Hoffmann | |
| Orientador | Andrade, Vanessa Moraes de | |
| Resumo / Abstract | Contexto: A Doença Hepática Esteatótica Associada à Disfunção Metabólica (MASLD) apresenta um risco significativo de progressão para esteato-hepatite, fibrose, cirrose e carcinoma hepatocelular. Diante de sua relevância clínica, torna-se fundamental a análise do perfil clínico de pacientes com MASLD submetidos à elastografia hepática transitória (EHT), visando compreender os fatores associados à evolução da doença. Objetivo: Analisar o perfil clínico de pacientes acometidos por MASLD e avaliar a correlação entre os achados de ultrassonografia convencional (USG) e EHT. Métodos: Estudo transversal realizado com 22 pacientes diagnosticados com MASLD, submetidos à EHT em uma clínica localizada no extremo sul de Santa Catarina. Os dados foram obtidos por meio de questionário estruturado, abrangendo variáveis clínicas e sociodemográficas, como sexo, idade, peso, altura, presença de diabetes mellitus tipo 2 e/ou hipertensão arterial sistêmica, além do grau de esteatose hepática identificado em exames prévios de USG abdominal. Resultados: A média de idade dos participantes foi de 57,77 anos, com distribuição equitativa entre os sexos. Dos avaliados, 40,9% apresentaram índice de massa corporal dentro da faixa de eutrofia, e 68,2% tinham comorbidades metabólicas (DM2 e/ou HAS). Foi observada correlação entre os achados da USG e da EHT, especialmente nos casos com maior gravidade de esteatose e fibrose, com associação estatisticamente significativa entre os métodos diagnósticos (p = 0,038). No entanto, verificaram-se inconsistências: enquanto a USG apontou graus moderado a severo de esteatose em algumas amostras, a EHT classificou 45,5% dos pacientes como grau 0 (F0), indicando ausência de fibrose hepática. Tais discordâncias sugerem diferenças na sensibilidade diagnóstica entre os métodos. Conclusão: Indivíduos mais velhos e com comorbidades metabólicas apresentam maior risco para MASLD. Embora tenha sido observada certa correlação entre os achados da USG e da EHT, as divergências entre os métodos reforçam a importância da EHT como ferramenta complementar na detecção precoce da fibrose hepática. | pt_BR |
| Data de publicação | 2025-07 | |
| Tipo | Trabalho de Conclusão de Curso - TCC | pt_BR |
| Idioma | pt_BR | pt_BR |
| Palavras-chave | Fígado gorduroso | pt_BR |
| Palavras-chave | Fibrose hepática | pt_BR |
| Palavras-chave | Esteatose | pt_BR |
| Palavras-chave | Doença hepática esteatótica | pt_BR |
| Palavras-chave | Disfunção metabólica | pt_BR |
| Palavras-chave | Exames | pt_BR |
| Descrição | Artigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina. | pt_BR |
| Data de depósito | 2026-07-02T19:43:42Z | |
| Data de disponibilização | 2026-07-02T19:43:42Z | |
| URI | http://repositorio.unesc.net/handle/1/12910 | |
| Cobertura espacial | Universidade do Extremo Sul Catarinense | pt_BR |
| Data de criação | 2025-07 |
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