Análise do uso de psicoestimulantes por pacientes pediátricos com Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade

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Objetivo: Este estudo teve como objetivo avaliar a relação entre os riscos e benefícios associados ao uso de medicamentos psicoestimulantes em pacientes pediátricos, com idades entre 6 e 14 anos, diagnosticados com Transtorno Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), em atendimento no ambulatório de Neurologia Clínica Adulta e Infantil, localizado no município de Cocal do Sul, Santa Catarina. Métodos: Foi realizado um estudo observacional analítico transversal, com coleta de dados primários e secundários. Resultados: A partir da análise de 23 prontuários e aplicação de formulários online em pacientes entre 6 e 14 anos, que possuem o diagnóstico de Transtorno Déficit de Atenção e Hiperatividade e fazem uso de medicamentos psicoestimulantes. Foram coletadas informações sobre idade, sexo, medicações em uso, sintomas presentes antes e após o uso da terapia medicamentosa, emprego de outras terapias adjuvantes, presença efeitos colaterais e demais medicamentos em uso Discussão: Os achados reforçam a eficácia dos psicoestimulantes no tratamento do TDAH, corroborando estudos prévios que indicam seu impacto positivo nos sintomas globais do transtorno. No entanto, a presença de efeitos adversos, como distúrbios do sono e inapetência, sublinha a importância de monitoramento contínuo e de estratégias de manejo individualizadas Conclusão: O estudo evidenciou a eficácia dos psicoestimulantes no controle dos sintomas de TDAH em pacientes pediátricos, com significativa redução nos sintomas globais da patologia. Além disso, destaca-se a importância de estratégias multidisciplinares que auxiliam na maximização dos benefícios terapêuticos.

Descrição

Artigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.

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