A função do anti-RAGE na barreira hematoencefálica e função cognitiva na investigação da meningite bacteriana como fator de risco para doença do Alzheimer
| Título | A função do anti-RAGE na barreira hematoencefálica e função cognitiva na investigação da meningite bacteriana como fator de risco para doença do Alzheimer | pt_BR |
| Autor | Barichello, Tatiana | |
| Autor | Dagostin, Caroline S. | |
| Autor | Collodel, Allan | |
| Autor | Generoso, Jaqueline da Silva | |
| Autor | Dominguini, Diogo | |
| Autor | Simões, Lutiana R. | |
| Autor | Quevedo, João Luciano de | |
| Orientador | Budni, Josiane | |
| Resumo / Abstract | A meningite bacteriana é uma infecção do sistema nervoso central associada a distúrbios neurológicos. Estudos sugerem uma via fisiopatológica em comum entre meningite bacteriana e neurodegeneração que, pela neuroinflamação, pode levar ao desenvolvimento da doença de Alzheimer pelo início da cascata de sinalização do RAGE, aumentando a deposição de β amilóide. Assim, a inibição de RAGE pode ser uma ferramenta terapêutica na prevenção da neurodegeneração causada por infecções. Esse estudo investigou a função do anti-RAGE na integridade da barreira hematoencefálica (BHE) e cognição em modelo animal de meningite pneumocócica. Ratos Wistar machos adultos receberam líquido cefalorraquidiano artificial ou suspensão de Streptococcus pneumoniae. Os animais foram divididos em grupo controle/salina, controle/anti-RAGE, meningite/salina e meningite/anti-RAGE. Para avaliação da integridade da BHE receberam tratamento com salina ou anti-RAGE (1.5 mg/kg) imediatamente após a inoculação, foram mortos em 12, 18 e 24 horas após a indução. Para os testes comportamentais, 18 horas após a indução receberam ceftriaxona a cada 12h/7 dias. O tratamento com anti-RAGE iniciou em 18 horas até o 5o dia após a indução, 1 vez ao dia. Dez dias após a inoculação bacteriana foram submetidos aos testes de habituação ao campo aberto e reconhecimento de objetos novos. Os animais tratados com anti-RAGE tiveram prevenção da quebra da BHE. Em ambos testes comportamentais houve prevenção de prejuizo de memória no grupo meningite/anti-RAGE comparado aos que receberam salina. Nossos resultados sugerem que o anti-RAGE pode atuar na prevenção de danos causados pela neuroinflamação, apoiando a meningite bacteriana como fator de risco para neurodegeneração. | pt_BR |
| Data de publicação | 2017-12 | |
| Tipo | Trabalho de Conclusão de Curso - TCC | pt_BR |
| Idioma | pt_BR | pt_BR |
| Palavras-chave | Meningite | pt_BR |
| Palavras-chave | Receptor para produtos finais de glicação avançada (RAGE) | pt_BR |
| Palavras-chave | Doença de Alzheimer | pt_BR |
| Palavras-chave | Barreira hematoencefálica (BHE) | pt_BR |
| Palavras-chave | Neurodegeneração | pt_BR |
| Descrição | Artigo apresentado como requisito parcial para obtenção do grau de Bacharel, no Curso de Medicina, da Universidade do Extremo Sul Catarinense- UNESC | pt_BR |
| Data de depósito | 2018-11-06T12:52:32Z | |
| Data de disponibilização | 2018-11-06T12:52:32Z | |
| URI | http://repositorio.unesc.net/handle/1/6338 | |
| Cobertura espacial | Universidade do Extremo Sul Catarinense | pt_BR |
| Data de criação | 2017-12 |