Frequência de sífilis congênita em uma cidade do sul de Santa Catarina no período de 2016 a 2021
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Atualmente, a triagem de gestantes é a forma mais efetiva para prevenir a sífilis congênita. O diagnóstico impreciso ou tardio causa baixa intervenção medicamentosa, aumentando o índice de formas congênitas da sífilis. Dessa forma, o objetivo do presente estudo foi avaliar a frequência de sífilis congênita em uma cidade do sul de Santa Catarina. Para esse propósito, foram discorridos 35 mães com seus respectivos fetos, sendo, 19 nascidos vivos, 1 óbito por sífilis congênita, 7 abortos e 8 natimortos. Foram avaliados idade, escolaridade e raça maternos, junto da realização de pré-natal, diagnóstico de sífilis materna e teste não treponêmico na hora do parto. Ainda, foi contemplado o esquema de tratamento na gestante e no parceiro, bem como a raça, sexo, sinais e sintomas e evolução voltados ao recém nascido. Nos resultados avaliados, a sífilis congênita tem como fatores de risco maternos mulheres pardas e pretas, com baixa escolaridade e pré-natal com tratamento inadequado materno e do parceiro sexual, além do aumento de casos notificados que ocorreu entre 2016 e 2021 no município de Santa Catarina. Destaca-se a importância de obter maneiras de melhorar o acesso à saúde destas gestantes e proporcionar uma melhor prevenção de sífilis congênita.
Descrição
Artigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.