Comparação da dor no pós-operatório de postectomia entre crianças submetidas a anestesia regional com vasoconritor e sem vasoconritor
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Objetivo: O objetivo do presente estudo foi avaliar a diferença da dor no pós-operatório imediato da postectomia em crianças submetidas a anestesia regional com vasoconstritor e sem vasoconstritor em um Hospital Materno Infantil do Extremo Sul Catarinense. Método: Foram avaliados 22 indivíduos pré-puberais, submetidos a cirurgia de postectomia no Hospital Materno Infantil Santa Catarina. A coleta foi realizada por meio de um questionário produzido pelos autores da pesquisa para avaliar a dor pós-operatória relacionada à solução anestésica e às características sociodemográficas e clínicas dos pacientes. As perguntas foram respondidas pelo responsável do menor, pelo cirurgião-pediátrico e pelo paciente. Resultados: A amostra do estudo foi composta por 22 pacientes, com média de idade de 9,05 ± 2,15 anos, peso médio de 35,37 ± 11,13 kg e altura média de 139,31 ± 16,43 cm. A maioria dos participantes era de cor branca (77,3%) e havia feito uso de corticosteróides (77,3%). Apenas 22,7% haviam sido submetidos a cirurgia anteriormente, sendo a principal indicação para o procedimento a disúria e/ou hesitação urinária (50,0%). Houve distribuição equitativa entre os anestésicos utilizados: bupivacaína com e sem adrenalina (50,0% cada). A intensidade de dor mais frequente, segundo a Escala de Faces, foi a moderada (40,9%). A maioria dos responsáveis era composta por pais (91,0%), com predominância de ensino médio completo (31,9%). Conclusões: Não foi observada associação estatisticamente significativa entre o tipo de anestésico e a intensidade da dor.
Descrição
Artigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.