Dados epidemiológicos sobre a realização de derivação ventrículo peritoneal em um hospital no sul de Santa Catarina
| Título | Dados epidemiológicos sobre a realização de derivação ventrículo peritoneal em um hospital no sul de Santa Catarina | pt_BR |
| Autor | Machado, Gabriel Lucas | |
| Autor | Lopes, Ramiro | |
| Autor | Michels, Carolina | |
| Autor | Rosa, Patrick Michel V. | |
| Autor | Patel, Flavio Machado | |
| Orientador | Morais, Fabio Almeida | |
| Resumo / Abstract | Introdução: A derivação ventricular é o principal tratamento para os casos de hidrocefalia. Há uma grande prevalência mundial da realização do procedimento de Derivação ventriculoperitoneal, assim como exorbitantes gastos em saúde pública para a realização e tratamento de complicações. Objetivo: Esse artigo busca conhecer a frequência de DVP em pacientes de um hospital no Sul de Santa Catarina. Método: Neste estudo foi realizado o método observacional, descritivo, retrospectivo, com coleta de dados secundários e abordagem quantitativa, foram coletados todos os prontuários advindos de um dos principais hospitais da região Sul de Santa Catarina no período de 2016 a 2019 que realizaram DVP. Resultados: foram analisados 72 prontuários, a frequência é similar de ambos os sexos e uma mediana de idade de 50,00 anos. Quanto à hipótese diagnóstica, 23 (34,8%) dos pacientes desenvolveram hidrocefalia aguda (pós TCE ou pós AVC), 18 (27,3%) desenvolveram hidrocefalia recorrente, 12 (18,9%) desenvolveram hidrocefalia por mal formações e anomalias do desenvolvimento, 13 (19,7%) tiveram outros tipos de hidrocefalia e 6 não tiveram seu tipo de hidrocefalia especificada. Avaliando as complicações cirúrgicas e pós-cirúrgicas, 43 (59,7%) não desenvolveram complicações, 29 (40,3%) as desenvolveram, sendo que 22 (30,6%) tiveram apenas 1 complicação e 7 (9,7%) tiveram mais de 1 complicação. Obteve-se um valor significativo de associação (P < 0,0001) entre hidrocefalia por mal formações e anomalias do desenvolvimento na faixa de idade até os 14 anos (83,4%), também se evidenciou uma associação de hidrocefalia aguda (pós-TCE/AVC) com a faixa etária de 21 a 65 anos com 13 (56,5%) casos. Conclusão: Não se encontrou diferença entre os sexos, a causa mais comum para a realização de DVP foi hidrocefalia aguda (pós TCE ou AVE), 59,7% dos pacientes não desenvolveram complicações e foi achado um valor significativo na realização de DVP nos pacientes com hidrocefalia por malformações. | pt_BR |
| Data de publicação | 2020-12 | |
| Tipo | Trabalho de Conclusão de Curso - TCC | pt_BR |
| Idioma | pt_BR | pt_BR |
| Palavras-chave | Hidrocefalia | pt_BR |
| Palavras-chave | Derivação ventriculoperitoneal | pt_BR |
| Palavras-chave | Complicações pós-operatórias | pt_BR |
| Descrição | Artigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina. | pt_BR |
| Data de depósito | 2021-09-24T00:01:37Z | |
| Data de disponibilização | 2021-09-24T00:01:37Z | |
| URI | http://repositorio.unesc.net/handle/1/8959 | |
| Cobertura espacial | Universidade do Extremo Sul Catarinense | pt_BR |
| Data de criação | 2020-12 |