O princípio do intercooperativismo sob a ótica contingencial: análise das cooperativas rizicultora de Santa Catarina
| Título | O princípio do intercooperativismo sob a ótica contingencial: análise das cooperativas rizicultora de Santa Catarina | pt_BR |
| Autor | Menegali, Manoel Vilsonei | |
| Orientador | Estevam, Dimas de Oliveira | |
| Coorientador | Picolo, Jaime Dagostim | |
| Resumo / Abstract | O presente estudo visa analisar implicações do ambiente contingencial nas práticas de intercooperação nas cooperativas rizicultoras de Santa Catarina, sob a perspectiva da teoria contingencial, com foco no fator contingencial de ambiente. A abordagem qualitativa é utilizada para analisar os fenômenos. Em relação ao enquadramento metodológico, trata-se de uma pesquisa aplicada, de método dedutivo, que se utiliza da abordagem qualitativa para análise dos fenômenos, com objetivo de pesquisa descritiva para a apresentação dos resultados. Esta pesquisa concentrou-se na problemática de como são empregadas as práticas ativistas – internas e externas – de intercooperação nas cooperativas rizicultoras. A análise empírica foi realizada a partir de entrevistas semiestruturadas com os seis presidentes das Cooperativas Singulares e da Central. O roteiro, composto por 27 perguntas, foi elaborado com base nos autores abordados na fundamentação teórica de maior relevância para o estudo. Os tópicos abordados no roteiro estavam alinhados aos princípios do cooperativismo e ao fator contingencial de ambiente. Os resultados do estudo evidenciaram que: (i) a intercooperação é considerada relevante para o cooperativismo agropecuário, ao promover a inter-relação entre os presidentes e diretores das cooperativas, além de facilitar a integração entre cooperativas do mesmo ramo e de outros setores; (ii) a intercooperação entre as cooperativas rizicultoras de Santa Catarina surgiu como uma resposta às dificuldades enfrentadas por cooperativas individuais que não conseguiram sobreviver no mercado; (iii) para superar esses tensionamentos e limites, será necessário criar confiança, promover uma visão compartilhada e encontrar soluções que preservem a autonomia das cooperativas singulares; (iv) os presidentes das cooperativas associadas mencionaram a instabilidade jurídica, financeira e ambiental do Brasil como fatores que influenciaram o progresso do projeto da Cooperativa Central; (v) o diálogo e a troca de informações são estratégias para lidar com a contingência do ambiente, permitindo que as cooperativas se adaptem e respondam às incertezas, turbulências e hostilidades desta intercooperação, evidenciando que a cooperação é vista como uma forma de lidar com as contingências do ambiente, aproveitando as oportunidades e superando os desafios impostos pelo mercado e pelos fatores externos. Logo, conclui-se que as práticas ativistas – internas e externas – de intercooperação nas cooperativas rizicultoras são empregadas para contribuir com o desenvolvimento de uma estratégia política mais eficaz para fortalecer a intercooperação. | pt_BR |
| Data de publicação | 2023 | |
| Tipo | Dissertação | pt_BR |
| Idioma | pt_BR | pt_BR |
| Palavras-chave | Cooperativismo | pt_BR |
| Palavras-chave | Trabalhadores do cultivo de arroz | pt_BR |
| Palavras-chave | Teoria da contingência | pt_BR |
| Palavras-chave | Fator contingente de ambiente | pt_BR |
| Palavras-chave | Cooperativas de produtores | pt_BR |
| Descrição | Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Socioeconômico da Universidade do Extremo Sul Catarinense — UNESC, como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre em Desenvolvimento Socioeconômico. | pt_BR |
| Data de depósito | 2024-04-26T22:07:06Z | |
| Data de disponibilização | 2024-04-26T22:07:06Z | |
| URI | http://repositorio.unesc.net/handle/1/10785 | |
| Cobertura espacial | Universidade do Extremo Sul Catarinense | pt_BR |
| Data de criação | 2023 |