Prevalência da síndrome metabólica em trabalhadores de uma Secretaria Municipal de Saúde do Sul de Santa Catarina

TítuloPrevalência da síndrome metabólica em trabalhadores de uma Secretaria Municipal de Saúde do Sul de Santa Catarinapt_BR
AutorRossi, Angélica Lorenson
OrientadorGuimarães, Paula Rosane Vieira
Resumo / AbstractA Síndrome Metabólica é uma entidade patológica complexa representada por uma constelação de fatores de risco metabólicos e cardiovasculares envolvendo usualmente, obesidade, resistência insulínica, diabetes e que não possui uma definição universalmente aceita, existe um consenso de que esta síndrome é caracterizada por distúrbios do metabolismo de lipídios e glicídios, excesso de massa corporal, especialmente a obesidade abdominal e pelo aumento da pressão arterial. Visto a complexidade o estudo teve como objetivo identificar a prevalência da síndrome metabólica em trabalhadores de uma Secretaria Municipal de Saúde e comparar os resultados dos profissonais da área de saúde com os trabalhadores da secretaria da saúde. Entre os 47 indivíduos que participaram do estudo, 87,2% eram do sexo feminino e 12,8% do sexo masculino, sendo que 59,6% da amostra pertenciam ao grupo A dos trabalhadores da área da saúde e 40,4% correspondem ao grupo B os trabalhadores da secretaria. A idade dos indivíduos variou de 21 a 59 anos, com uma média de 36,12. Em relação à escolaridade e classe social, o ensino médio completo foi o que obteve maior prevalência 59,6%, a maioria dos entrevistados foram classificados como pertencentes às classes econômicas B2 (R$ 2,656) com 55,3%. O IMC médio dos participantes foi de 26.93 kg/m², apontando um diagnóstico nutricional de sobrepeso. A circunferência da cintura na maioria das mulheres 56,1% apresentou-se acima do ponto de corte preconizado, em relação aos homens, 16,7% estavam com a circunferência abdominal aumentada. quanto ao perfil lipídico da amostra os valores médios de triglicerídeos e colesterol total e também os valores médios do ponto de corte da glicemia de jejum estavam abaixo, quando comparados com os valores estabelecidos pelo NCEP-ATP III (2001) e NCEP-ATP III (2005). A prevalência de Síndrome Metabólica foi de 56,4% segundo os critérios do NCEP-ATP III (2001) e NCEP-ATP III (2005), estratificando por sexo, encontrou-se 53,8% no sexo feminino e 20% no sexo masculino. Quando comparados os resultado dos grupos A e B a prevalência encontra foi de 45,8% e 73,33% respectivamente. É indispensável a presença do profissional Nutricionista na equipe multiprofissional que através de ações educativas estará estimulando o consumo de frutas, verduras, carboidratos complexos entre outros visando à promoção e recuperação de alterações ponderais tais como sobrepeso e obesidade abdominal , alem de reduzir o risco de morbidade, diminuir os custos da saúde pública e melhorar a qualidade de vida dos indivíduos.pt_BR
Data de publicação2012
TipoMonografia de Curso de Pós-graduação Lato Sensupt_BR
Idiomapt_BRpt_BR
Palavras-chaveSíndrome metabólicapt_BR
Palavras-chaveFatores de riscopt_BR
Palavras-chaveSaúde do trabalhadorpt_BR
DescriçãoMonografia apresentada ao setor de Pós-Graduação da Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC, para a obtenção do titulo de especialista em Nutrição Clinica.pt_BR
Data de depósito2012-09-04T23:39:36Z
Data de disponibilização2012-09-04T23:39:36Z
URIhttp://repositorio.unesc.net/handle/1/1079
Cobertura espacialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
Data de criação2012

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