Respostas morfológicas de peixes em função dos contaminantes presentes nos corpos de água do Campo Morozini, Treviso, SC

TítuloRespostas morfológicas de peixes em função dos contaminantes presentes nos corpos de água do Campo Morozini, Treviso, SCpt_BR
AutorOlegario, Natália Regina
OrientadorRicken, Claudio
Resumo / AbstractAtividades antrópicas geram uma quantidade significativa de poluentes que são lançados no meio ambiente, muitas vezes ocasionando distúrbios ecológicos. Estes poluentes causam alterações biológicas em vários níveis: molecular, celular, tecidual, organismo, populações e comunidades. As alterações morfológicas têm sido usadas para identificar estes poluentes, já que este é um recurso de fácil medição e resposta. O Campo Morozini apresenta rios e lagoas com águas contaminadas por drenagens ácidas oriundas da mineração de carvão, como consequência apresenta contaminação por metais pesados, aumento dos níveis de íons dissolvidos e diminuição do pH. Os métodos para observação de alterações morfológicas podem ser displasia nos ossos dos raios, nadadeiras, opérculos, mandibulares, ventrais da cabeça e olhos, como também deformações na coluna vertebral e tumores no corpo. Deste modo, este trabalho teve como objetivo analisar as respostas morfológicas, causadas pelos contaminantes, como pH, condutibilidade, alumínio total, manganês total, ferro total, sulfetos e oxigênios dissolvido, presentes nos corpos d'água do Campo Morozini, Treviso, Santa Catarina. Os resultados obtidos não indicaram ação dos poluentes presentes nos corpos d´água do Campo Morozini sobre as estruturas morfológicas dos peixes, considerando os parâmetros físico-químicos comparados e avaliados. As alterações morfológicas são mais evidentes em áreas contaminadas por rejeitos orgânicos, pois estes são agentes patogênicos, substâncias orgânicas, metais pesados e elementos vestigiais, consequentemente estas águas sofrem deterioração bacteriana, e como resultado a concentração de oxigênio é reduzida, e leva também à degradação de proteínas e outros compostos azotados, fazendo com que estes poluentes interajam mais rápidos neste ecossistema. Enquanto que metais podem acumular durante muito tempo nestes organismos não havendo assim uma resposta direta e rápida, já que estes compostos tem a capacidade de se ligar com cadeias de carbono curtas, nesta forma, eles acumulam nos organismos Propomos que sejam utilizadas outras metodologias de análise, que contemplem a interação de proteínas com possíveis poluentes (metalotioneínas) e também exames histopatológicos, de fígados e rim, já que estes são órgão desintoxicantes e acumuladores do organismo.pt_BR
Data de publicação2013-07
TipoTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR
Idiomapt_BRpt_BR
Palavras-chavePeixespt_BR
Palavras-chaveBioindicadorespt_BR
Palavras-chaveHistopatologiapt_BR
Palavras-chaveMetais pesadospt_BR
DescriçãoTrabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel no curso de Ciências Biológicas da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.pt_BR
Data de depósito2013-10-21T14:48:00Z
Data de disponibilização2013-10-21T14:48:00Z
URIhttp://repositorio.unesc.net/handle/1/1918
Cobertura espacialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
Data de criação2013-07

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