Efeitos do exercício físico de baixa intensidade em parâmetros de estresse oxidativo em idosos com doença de Alzheimer

TítuloEfeitos do exercício físico de baixa intensidade em parâmetros de estresse oxidativo em idosos com doença de Alzheimerpt_BR
AutorSimon, Kellen Ugioni
OrientadorRigo, Flávia Karine
CoorientadorMüller, Alexandre Pastoris
Resumo / AbstractA demência é um termo geral utilizados para designar perda de memória e algumas outras funções cognitivas capazes de interferir no cotidiano de seu portador. A doença de Alzheimer (DA) é caracterizada histopatologicamente, pelo aumento da perda sináptica e morte neuronal nas regiões cerebrais responsáveis pelas diversas funções cognitivas, como o córtex, o hipocampo entre outras partes do cérebro. Pesquisas vem demonstrando influência de atividades de lazer e físicas na redução da perda cognitiva durante o envelhecimento. Estas ocorrem através de estímulo da neurogênese e da sinaptogênese produzida por fatores neurotróficos, que teriam sua produção aumentada durante a prática regular dos exercícios e a possível ampliação da reserva cognitiva, ocorrerendo particularmente em idosos com manutenção de atividades com maior estímulo cognitivo por longo período. A prática diária de exercício tem sido apontada como intervenção não medicamentosa apresentando vastos benefícios sobre sistemas fisiológicos que exibem deterioração funcional e estrutural com o decurso do envelhecimento. Em vista disso, este trabalho visou investigar se o programa de exercício físico pode ter contribuído para a mudança nos parâmetros de estresse oxidativo em pacientes com Alzheimer. Para isto, foram selecionados 6 pacientes com o diagnóstico de DA que participaram de um programa de exercícios de hidroginástica de intensidade leve com duração de 60 minutos, duas vezes na semana, por um período de 3 meses. As análises bioquimicas foram realizadas a partir de amostras de soros coletadas de pacientes antes e após a intervenção. Os resultados demonstraram uma diminuição no nível de carbonilação de proteínas, sugerindo uma ação protetiva do exercício físico no dano oxidativo nas proteínas celulares. Observou-se também uma diminuição nas espécies reativas por DCFH, assim como uma diminuição significativa na atividade da catalase. A partir disso, pode-se observar benefícios do exercício físico na redução do estresse oxidativo em pacientes com doença Alzheimer.pt_BR
Data de publicação2019-12
TipoTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR
Idiomapt_BRpt_BR
Palavras-chaveDoença de Alzheimerpt_BR
Palavras-chaveEstresse oxidativopt_BR
Palavras-chaveIdosospt_BR
Palavras-chaveExercícios físicos de baixa intensidadept_BR
DescriçãoTrabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel, no Curso de Farmácia, da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.pt_BR
Data de depósito2022-07-11T23:20:40Z
Data de disponibilização2022-07-11T23:20:40Z
URIhttp://repositorio.unesc.net/handle/1/9256
Cobertura espacialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
Data de criação2019-12

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