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Título: Avaliação da prevalência de sintomas depressivos entre diferentes grupos de trabalho em policiais militares do sul de Santa Catarina
Autor(es): Silva, Giovane Souza da
Oliveira, Mauricio Carvalho de
Orientador(es): Locatelli, Matheus Curcio
Palavras-chave: Transtorno depressivo
Psiquiatria militar
Medicina do trabalho
Psiquiatria
Polícia
Descrição: Artigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.
Resumo: Objetivos: Avaliar a prevalência de sintomas depressivos entre diferentes grupos de trabalho em policiais militares do Sul de Santa Catarina. Métodos: Foram avaliados 199 policiais militares, através da Escala de Classificação de Hamilton para Depressão (HAM-D) para a coleta de dados referentes aos sintomas depressivos entre os diferentes grupos de policiais militares do 9° BPM localizado na cidade de Criciúma do Estado de Santa Catarina. Além disso, foram coletados também dados sociodemográficos dos indivíduos avaliados. Os dados foram analisados usando o SPSS versao 21.0. Resultados: Em 25,1% da amostra foram identificados sintomas depressivos. Os policiais classificados com depressão leve, 52,1% possuíam tempo de serviço inferior a 10 anos, 38,9% eram inativos fisicamente e 62,5% realizavam uso de álcool. Houve correlação significativa entre o tabagismo e os sintomas depressivos (p < 0,01). Não houve diferença considerável entre os gêneros para os sintomas depressivos. 57,1% do grupo “Canil ou Cavalaria” apresentou depressão leve, enquanto no grupamento de “Pelotão de patrulhamento tático” nenhum indivíduo apresentou depressão. 79,2% do efetivo que se considerou ansioso e em 18,8% dos militares diagnosticados com ansiedade foram classificados com depressão leve. Conclusão: A prevalência de sintomas depressivos na força policial militar do presente estudo, assim como seus fatores associados, levanta a importância do tema. Muitos departamentos de polícia não têm programas para identificar e tratar a depressão, o que pode implicar no atraso diagnóstico e dificuldades para os policiais que eventualmente procurem ajuda. O estigma em torno da saúde mental na força policial também contribui para a problemática. Salienta-se no estudo a necessidade de programas de intervenção precoce no intuito de preservar a saúde mental dos policiais, contribuindo dessa maneira na prestação de serviços mais qualificados à população.
Idioma: Português (Brasil)
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso - TCC
Data da publicação: Jul-2023
URI: http://repositorio.unesc.net/handle/1/10293
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