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Título: Perfil do portador de diabetes mellitus quanto a compreensão, aprendizagem e qualidade de vida
Autor(es): Justo, Simoni Leal
Orientador(es): Birolo, Ioná Vieira Bez
Palavras-chave: Diabetes Mellitus
Qualidade de vida
Conhecimento
Descrição: Monografia apresentada ao Programa de Residência Multiprofissional em Atenção Básica/Saúde Coletiva da Universidade do Extremo Sul Catarinense- UNESC, para a obtenção do título de Especialista na Modalidade de Residência Multiprofissional em Atenção Básica/ Saúde da Família.
Resumo: As doenças crônicas não-transmissíveis são responsáveis pelas principais causas de incapacidades e morte no mundo representando um desafio no âmbito da saúde no que se refere a seu desenvolvimento global. O Diabetes Mellitus é uma delas e configura-se hoje como uma epidemia mundial, traduzindo-se em um grande desafio por sua importância enquanto problema de saúde pública. O envelhecimento da população, a urbanização crescente e a adoção de estilos de vida pouco saudáveis são os grandes responsáveis pelo aumento da incidência e prevalência da doença. Estudos demonstram que a projeção do diabetes pode chegar a 300 milhões no ano 2030. O presente estudo teve como objetivo geral identificar o perfil do portador de Diabetes Mellitus quanto a compreensão, aprendizagem e qualidade de vida. Para obtenção dos dados foi realizada uma pesquisa de abordagem quantitativa do tipo descritiva transversal de campo, com uma amostra aleatória de 330 participantes, portadores de Diabetes Mellitus, os mesmos responderam aos questionários: Diabetes Mellitus Knowladge, Attitude e Whoqol. Os dados foram analisados com o SPSS. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Unesc sob o nº 10208. A população caracterizou-se por mulheres e idosos. Em relação ao conhecimento da doença obtiveram escores inferiores ou iguais a oito indicando resultado insatisfatório para a compreensão acerca da doença. Ainda em relação ao questionário de conhecimento, foram analisadas as quinze questões individualmente. Quanto a atitude obtivemos escores inferiores ou iguais a sete indicando resultado insatisfatório para a atitude frente a doença e percebemos que pacientes com idade inferior a 60 anos tem maior atitude positiva, porém quando comparamos o sexo não encontramos diferenças. Quanto a aplicação do questionário Whoqol o domínio social apresentou maiores escores (65,1%), seguido do ambiental (60,7%), físico (60,1%) e por último o psicológico (57,8%). Foi significativa a comparação dos resultados obtidos no questionário Whoqol com os dados obtidos no questionário de Atitude.
Idioma: Português (Brasil)
Tipo: Monografia de Curso de Pós-graduação Lato Sensu
Data da publicação: 2012
URI: http://repositorio.unesc.net/handle/1/1568
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