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http://repositorio.unesc.net/handle/1/11446
Título: | Fatores em comum do uso de psicotrópicos por gestantes em pré-natal pelo SUS |
Autor(es): | Inácio, Gabrielle Machado Cardoso, Hemmylly Silveira |
Orientador(es): | Valerim, Gabriela Martins |
Palavras-chave: | Gestação Pré-natal Psicotrópico |
Descrição: | Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de bacharel no curso de Enfermagem da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC. |
Resumo: | Introdução: A gestação envolve mudanças físicas, sociais e emocionais, tornando essencial o cuidado com a saúde da mãe e do bebê. O acompanhamento pré-natal, desde o início da gravidez até após o parto, é crucial para garantir o bem-estar de ambos. A saúde mental da gestante também deve ser priorizada, embora frequentemente negligenciada. O uso de psicotrópicos deve ser avaliado com cautela, priorizando medicamentos de menor risco, como nortriptilina, sertralina e haloperidol. É necessário mais estudo para compreender os efeitos desses medicamentos durante a gravidez e conscientizar as gestantes sobre os riscos, ressaltando a importância do pré-natal adequado. Objetivos: Identificar os fatores em comum entre as gestantes que fazem pré-natal pelo SUS e que fazem uso de psicotrópicos, em uma cidade do sul de Santa Catarina, no que diz respeito ao perfil sociodemográfico, início do tratamento, diagnóstico, medicamentos e padrão de uso. Método: Trata-se de uma pesquisa quantitativa, de natureza básica, de caráter descritivo e transversal voltada a gestantes que fazem o uso de psicotrópicos no processo gestacional, analisando a quantidade de pacientes em uso, perfil sociodemográfico, início do tratamento, diagnóstico, medicamentos e padrão de uso. Resultados: O estudo analisou o perfil sociodemográfico, paridade, idade gestacional e uso de psicotrópicos em gestantes. A faixa etária predominante foi de 26 a 31 anos (30,1%), com alta ausência de dados nos prontuários sobre escolaridade (54,8%) e estado civil (65,6%). A maioria era multigesta (34,4%) e estava no segundo trimestre gestacional (44,0%). Entre as gestantes, 71% não apresentaram registros sobre uso contínuo de psicotrópicos. As prescrições foram majoritariamente realizadas por clínicos gerais (87,1%), com fluoxetina e sertralina como medicamentos mais frequentes (44,1% cada). Os psicotrópicos mais prescritos foram para para tratar ansiedade e depressão, com a maioria das prescrições realizadas por clínicos gerais, evidenciando a necessidade de maior acompanhamento especializado. Os dados evidenciam lacunas na coleta de informações essenciais para o cuidado. Conclusão: O estudo identificou o uso de psicotrópicos na gestação, identificando padrões sociodemográficos e condições relacionadas a partir de prontuários de gestantes atendidas na Atenção Primária à Saúde (APS) em uma cidade de Santa Catarina. Houveram lacunas significativas na documentação de informações e na continuidade do uso, limitando análises mais detalhadas. O trabalho destacou a importância do monitoramento e de uma abordagem multidisciplinar para equilibrar benefícios e riscos desses medicamentos. Contribuiu para o debate sobre saúde mental na gestação e reforçou a urgência de práticas humanizadas na APS, apontando para melhorias na coleta de dados e na capacitação de profissionais. |
Idioma: | Português (Brasil) |
Tipo: | Trabalho de Conclusão de Curso - TCC |
Data da publicação: | Dez-2024 |
URI: | http://repositorio.unesc.net/handle/1/11446 |
Aparece nas coleções: | Trabalho de Conclusão de Curso (ENF) |
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