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Título: Avaliação dos fatores relacionados ao surgimento de hipertensão, em um grupo de diabéticos tipo 2 de Timbé do Sul – SC
Autor(es): Supp, Eduarda Dal Pont
Orientador(es): Bongiolo, Ângela Martinha
Palavras-chave: Diabetes Mellitus tipo 2
Hipertensão
Consumo de alimentos
Hábitos alimentares
Descrição: Monografia apresentada ao setor de Pós-Graduação da Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC, para a obtenção do titulo de especialista em Nutrição Clinica.
Resumo: A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS), é a doença cardiovascular mais prevalente e o principal fator de risco cardiovascular, acometendo mais de um quinto da população brasileira e mundial, trazendo consigo diversas complicações. O diabetes pode levar a hipertensão e também a alteração no perfil lipídico, predispondo a aterosclerose vascular. A elevação da insulina plasmática está relacionada com o aumento da pressão arterial, pois ocorre ativação do sistema nervoso simpático e retenção de sódio. A prevenção é aliada ao combate à hipertensão, e por isso a necessidade de associar os fatores relacionados ao seu surgimento. O presente estudo tem como objetivo avaliar os fatores relacionados ao surgimento de hipertensão arterial sistêmica, em um grupo de diabéticos tipo 2 de Timbé do Sul - SC. O tipo de pesquisa é aplicada, descritiva, de característica quantitativa. Foi utilizado um questionário, para avaliação dos fatores sociodemográficos, antropométricos, histórico familiar e estilo de vida (tabagismo e etilismo) e o questionário de frequência alimentar para o consumo alimentar. A amostra foi composta por 60 diabéticos, destes 71,7% do sexo feminino e 28,3% do sexo masculino, com idade mínima de 32 anos, e máxima de 92 anos, com renda familiar na maioria mais de 1 salário minimo. Através da avaliação pelo IMC, o sobrepeso foi representado por 29,4% dos participantes, sendo mais predominante no sexo feminino. Entretanto, o maior número foram os obesos com 64,7% também mais predominante nas mulheres. Em relação aos idosos, o maior número foram de obesos, sendo 88,4%, as mulheres novamente representaram o número maior de sobrepeso. No geral, tanto adultos quanto idosos, as mulheres apresentaram IMC maior que os homens. Quanto a CC, nenhum participante da pesquisa encontrava-se dentro dos parâmetros de normalidade, 10% classificou-se como risco elevado, e os 90% restantes, classificaram-se como risco muito elevado para o desenvolvimento de doença arterial coronariana. A maioria apresentam histórico familiar de DM2, HAS, DCV e hipercolesterolemia, e a minoria são fumantes.Tratando-se da frequência alimentar, no grupo do leite e fontes percebe-se um maior consumo nas formas integrais, 25% consomem todos os dias o leite integral, e 21,7% consomem queijo amarelo todos os dias. E 45% consumiam alimentos fontes de sódio pelo menos uma vez por semana, e alegavam que gostavam de comida salgada. Do total dos participantes 31,7% relataram consumir pão integral pelo menos 1 vez por dia e somente 3,3% relataram consumir arroz integral, enquanto 83,3% relataram nunca ou raramente consumir este alimento. . A pesquisa vem confirmar que a grande maioria dos diabéticos possui um alto risco em adquirir HAS, pelo alto índice de obesidade e aumento da circunferência abdominal. Em relação ao consumo alimentar, apresentaram alto consumo de alimentos gordurosos, ricos em sódio e pobres em fibras, associado ao fator hereditariedade que encontrou-se bem acentuado nos participantes da pesquisa.
Idioma: Português (Brasil)
Tipo: Monografia de Curso de Pós-graduação Lato Sensu
Data da publicação: 2012
URI: http://repositorio.unesc.net/handle/1/1083
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