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dc.contributor.advisorLongen, Willians Cassiano-
dc.contributor.authorJoner, Laís Perito Abel-
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2023-02-24T21:36:40Z-
dc.date.available2023-02-24T21:36:40Z-
dc.date.created2022-
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/9599-
dc.descriptionDissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (Mestrado Profissional) da Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC, como requisito para a obtenção do título de Mestre em Saúde Coletiva.pt_BR
dc.description.abstractIntrodução: Na perspectiva da saúde do trabalhador, os policiais militares como agentes de segurança pública são considerados um público especial quanto às necessidades de atenção e cuidado, especialmente envolvendo aspectos da saúde mental. Dentre as características da condição de saúde dos indivíduos e coletivos, o capital psicológico pode ser definido como o estado psicológico de desenvolvimento do sujeito caracterizado por quatro construtos: autoeficácia, esperança, resiliência e otimismo. As perspectivas da promoção da saúde do policial militar perpassam pela compreensão dos aspectos psicossociais, socioculturais, ambiente organizacional, dos potenciais agentes estressores e das respostas individuais e coletivas. Objetivo: Identificar a condição do capital psicológico de trabalhadores de uma corporação policial do extremo sul de Santa Catarina. Métodos: Trata-se de um estudo transversal de abordagem quantitativa. A partir do cálculo amostral, tendo como base uma margem de erro de 5% e um nível de confiança de 95%, foi definido o quantitativo amostral como meta de 115 que foi alcançado, considerando a população de 210 policiais militares. A coleta dos dados ocorreu por intermédio da plataforma Google Forms através de um questionário sociodemográfico e um inventário denominado Psychological Capital Questionnaire (PsyCap-12) devidamente traduzido para a língua portuguesa e adaptado à população brasileira. Este estudo foi aprovado pelo CEP/UNESC com o parecer nº 5.502.257. Resultados: A pontuação do PsyCap-12 para a dimensão geral do capital psicológico foi de 3,51 (± 0,87), apontando que a maioria dos voluntários do estudo se encontra com bom capital psicológico. Foram encontradas evidências de que existe associação entre nível hierárquico e capital psicológico, sendo que os cabos apresentam em média níveis menores de capital psicológico 3,20 (± 0,97) quando comparados aos terceiros sargentos 4,19 (± 0,59) (p< 0,05). As demais diferenças observadas não foram estatisticamente significativas. Conclusão: Foi possível constatar que elementos do capital psicológico descritos no presente estudo apresentam boa condição geral. Entre os aspectos organizacionais explorados foi encontrada associação entre o capital psicológico e o nível hierárquico destes trabalhadores. Sugere-se a discussão de medidas internas das corporações e de políticas públicas voltadas para a saúde a fim de promover a qualidade de vida e condições laborais dessa classe trabalhadora.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectSaúde do trabalhadorpt_BR
dc.subjectPoliciais militares – Santa Catarina, Região Sul - Saúde mentalpt_BR
dc.subjectCapital psicológicopt_BR
dc.titleA condição do capital psicológico de policiais militares do Extremo Sul Catarinense como indicador de saúde funcionalpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
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