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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorMadeira, Kristian-
dc.contributor.authorDamian, Ana Beatriz Bressan-
dc.contributor.authorMichels, Laura Nuernberg-
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2022-09-26T23:40:49Z-
dc.date.available2022-09-26T23:40:49Z-
dc.date.created2021-12-
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/9366-
dc.descriptionArtigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicinapt_BR
dc.description.abstractQualidade de vida é a percepção individual da posição na vida, o contexto cultural e os valores do sistema em que se vive, em relação aos objetivos, expectativas e preocupações. Devido à intensa demanda de tempo e dedicação requerida pelo ofício médico, facilmente se ultrapassam os limites do equilíbrio entre a vida pessoal e profissional, resultando em uma devoção excessiva ao serviço. Ademais, o atual cenário mundial de pandemia pela COVID-19 pode ter consequências importantes no bem-estar físico e mental pessoal. Objetivou-se caracterizar a qualidade de vida dos médicos de atenção básica em uma cidade de médio porte durante o cenário pandêmico. Trata-se de um estudo transversal com coleta de dados primários por meio de formulário eletrônico e abordagem quantitativa. Utilizou-se o questionário WHOQOL-bref e um questionário sociodemográfico desenvolvido pelos pesquisadores como instrumentos de coleta. Participaram desse estudo 44 médicos com média de idade de 33,27 anos, sendo a maioria do sexo masculino e raça branca. Dos entrevistados 29,5% possuíam especialização, sendo que desses, 58,9% é especializado em Medicina da Família e Comunidade, 56,8% possuíam outros vínculos empregatícios além da atenção básica. O escore geral de qualidade de vida avaliado pelo Whoqol-bref foi de 69,55, sendo o domínio psicológico detentor da menor pontuação e o domínio meio ambiente da pontuação mais alta no entre a população médica. Ao avaliar as diferenças entre sexo, foi encontrado menores escores na relação entre o domínio psicológico e físico e o sexo feminino quando comparados aos indivíduos do sexo masculino, o que pode ser explicado devido a concentração de responsabilidades familiares, jornadas de trabalho amplas e desigualdade salarial. Dessa forma, o estudo pôde contribuir para caracterizar a qualidade de vida de médicos que atuam na atenção básica de um município sul-catarinense e aspectos relacionados.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectSaúde públicapt_BR
dc.subjectMédicospt_BR
dc.subjectQualidade de vidapt_BR
dc.subjectAtenção Primária à Saúdept_BR
dc.subjectFadigapt_BR
dc.subjectPlanejamento em saúdept_BR
dc.subjectPromoção da saúdept_BR
dc.titleQualidade de vida dos médicos da atenção básica de uma cidade do extremo sul catarinensept_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR
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