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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorGulbis, Karina Cardoso-
dc.contributor.authorMartins, Kellen Vieira Leandro-
dc.contributor.authorFreitas, Luan Carlos de-
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinense- UNESCpt_BR
dc.date.accessioned2021-06-02T11:50:35Z-
dc.date.available2021-06-02T11:50:35Z-
dc.date.created2016-12-
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/8609-
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel, no Curso de Enfermagem, da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.pt_BR
dc.description.abstractTranstornos disabsortivos, sabe-se hoje, podem possuir relação direta com alterações psicológicas. Logo, aspectos cognitivos, ansiedade, depressão, qualidade de vida e alterações nutricionais, todos caracterizam-se elementos necessários a serem avaliados na rotina de enfermagem uma vez que a baixa absorção de nutrientes pode acarretar prejuízos fisiológicas e patológicas. Portanto, os objetivos deste estudo concentraram-se em analisar o estado nutricional do paciente com colostomia e sua relação com a depressão e cognição. Identificaram, na pesquisa, dados sociodemográficos e clínicos, avaliados por meio de instrumentos validados, sintomas depressivos, de ansiedade, cognitivos e de qualidade de vida em comparação cruzada com o exame coprológico funcional, em suas características absortivas, e a escala de Bristol. Tratou-se de um estudo quantitativo, transversal, exploratório e descritivo realizado em uma instituição de referência no Sul de Santa Catarina. A amostra foi intencional e censitária, via contato telefônico, onde os entrevistados foram convidados e estimulados a participar, perfazendo 20 pessoas portadoras de colostomia descendente. A idade predominantemente observada foi entre 48 e 68 anos (75%, n=15). O gênero majoritário foi masculino (55%, n=11) e a escolaridade, elemento importante para compreensão dos testes, apresentou 70% (n=15) dos participantes com até 8 anos de estudo, com boa compreensão e fala. Todos apresentam-se cuidados por alguém da família e 55% (n=11) são casados. Alguns ainda trabalham, todavia 65% (n=13) aposentaram-se. A religiosidade está presente em 95% (n=19) da amostra e conforme relato isso os fortalece. A renda mais frequente foi de 2 a 3 salários mínimos e 80% (n=16) não tem atividades na comunidade. Quanto às comorbidades, HAS, DM e cardiopatias foram as mais frequentes, sendo a causa originária de estomia o câncer intestinal em 75% (n=15) dos casos. X% (n=Y) consideraram ter de boa saúde. No exame de qualidade de vida todos perfizeram mais de 95 pontos no teste (mínimo de zero e máximo de cem), talvez devido ao tempo de colostomia - em suma maior de um ano (70%, n=15). No que se refere às alterações psicológicas, 45% (n=9) evidenciaram sintomas depressivos e função cognitiva alterada no mini exame de estado mental, caracterizando anormalidade em 80%(n=16) da amostra, bem como no reconhecimento tardio (70%, n=15). Além disso, ao se comparar o Mini Mental, reconhecimento tardio e teste da Escala de Bristol, encontrou-se relação entre as variáveis (p=0,054 e 0,031, respectivamente). A escala de depressão CES-D e GAD-7 apresentou relação entre variáveis (p=0,027), o que aventa a ansiedade como fator agravante. A análise das fezes comprovou material pastoso e com presença de restos alimentares. Ao serem comparados seus elementos constituintes, verifica-se, devido ao seu formato, que as trocas são frequentes (p=0,042) e acima do período usual (a cada 3 dias). Elementos como a celulose (75%, n=15) possivelmente têm relação com a cor e odor característico pois esta não é digerida (p=0,005). A totalidade das amostras fecais tinham fibras musculares e 55% (n=11) amido amorfo, corroborando uma disabsorção que se relaciona diretamente com alterações cognitivas (p=0,020), sintomas depressivos (p=0,034) e comorbidades (p=0,035). A neoplasia intestinal consolidou-se como principal causa de estomias, mesmo após cura. Outros elementos como PH, gordura, microbiota, leucócitos, outras formas de amido, cristais, não estabeleceram relação com as variáveis nutricionais, cognitivos, depressivos e de qualidade de vida, Concluiu-se, portanto, existirem elementos, sob óptica nutricional, indutoras à perdas de funções cerebrais devido à ausência de suprimento bioquímico e fisiológico. Logo, para o público-alvo desta pesquisa, a expertise científica, pelos profissionais da enfermagem, gera benefícios cruciais para a identificação e manejo, conforme carências, dos pacientes com colostomia de cólon descendente.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectColostomiapt_BR
dc.subjectcoprológico funcionalpt_BR
dc.subjectDéficit cognitivopt_BR
dc.titleDanos cognitivos e depressão relacionados ao estado nutricional da pessoa com colostomia descendentept_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR
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