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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorSoratto, Maria Tereza-
dc.contributor.authorBorges, Tânia Regina Costa-
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2012-07-16T21:41:52Z-
dc.date.available2012-07-16T21:41:52Z-
dc.date.created2011-
dc.date.issued2012-07-16-
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/841-
dc.descriptionMonografia apresentada à Diretoria de Pós-graduação da Universidade do Extremo Sul Catarinense- UNESC, para a obtenção do título de Especialista em Assistência de Enfermagem em Urgência e Emergência.pt_BR
dc.description.abstractO presente estudo teve como objetivo conhecer o enfrentamento da equipe de enfermagem no processo de morte e morrer do paciente em emergência. A pesquisa caracterizou-se como qualitativa, exploratória-descritiva e de campo. Participaram da pesquisa oito profissionais da equipe de enfermagem da emergência de um Hospital de grande porte de Alta Complexidade da Região Sul de SC. Os dados foram analisados pela categorização de dados. As categorias temáticas norteadoras do estudo perpassaram a capacitação em tanatologia; concepção de morte; assistência de enfermagem ao paciente e familiar em processo de morte e morrer na emergência; a morte mais impactante; sentimentos frente ao processo de morte e morrer do paciente e frente ao familiar; enfrentamento da equipe de enfermagem no processo de morte e morrer do paciente; preparo da equipe de enfermagem para lidar com a morte do paciente; apoio para o enfrentamento do processo de morte e morrer. A maioria da equipe de enfermagem considera a morte como o fim da vida, com ausência dos sinais vitais e comandos cerebrais, com cessão definitiva e absoluta das atividades biológicas do organismo. A morte mais impactante para a equipe de enfermagem é a de criança, além da morte súbita e violenta, morte de jovens e a família envolvida no processo. Os sentimentos mais relatados pela equipe de enfermagem na morte do paciente foram incapacidade, tristeza, pena, perda, sendo que dependendo do caso alivio. São variadas as formas de proteção e enfrentamento da equipe de enfermagem: distanciamento, pena, impotência, frustração, tristeza, cuidado paliativo, realizar os procedimentos técnicos, não pensar na morte e aceitar a única certeza. Esta pesquisa nos confrontou com a realidade da própria solidão da equipe frente a morte, solidão do distanciamento, a associação com situações vivenciadas, sentimentos de tristeza, sofrimento, frustração, chorar ou esquecer para não sofrer, além da busca pelo conforto espiritual.Evidenciou-se o distanciamento da equipe de enfermagem dos familiares dos pacientes que estão morrendo na emergência. A equipe de enfermagem não possui preparo adequado e suporte para lidar com a terminalidade. A equipe de enfermagem precisa ser cuidada, de modo a ter sustentação e suporte para amparar o paciente e familiar no processo de morte e morrer na emergência. O trabalho destes profissionais demonstra o poder de cuidar bem do outro, mas para que isso aconteça devemos estar satisfeitos e realizados durante o trabalho e com isso perceber o valor e prazer de cuidar do ser humano; sendo que muitas vezes o sofrimento esta em toda parte, causando desgastes na equipe da emergência.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectMortept_BR
dc.subjectTanatologiapt_BR
dc.subjectEquipe de enfermagempt_BR
dc.subjectEnfermagem de emergênciapt_BR
dc.titleO enfrentamento da equipe de enfermagem no processo de morte e morrer do pacientept_BR
dc.typeMonografia de Curso de Pós-graduação Lato Sensupt_BR
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