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dc.contributor.advisorLongen, Willians Cassiano-
dc.contributor.authorDela Justina, Mariléia Buss-
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2018-08-24T00:24:43Z-
dc.date.available2018-08-24T00:24:43Z-
dc.date.created2018-
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/6004-
dc.descriptionDissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva - Mestrado Profissional da Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC, como requisito parcial para obtenção de título de Mestre em Saúde Coletiva.pt_BR
dc.description.abstractO uso de drogas no Brasil vem se tornando uma séria questão de saúde pública. O crack por sua vez mesmo sendo uma droga relativamente nova já apresenta números expressivos. Segundo dados da Fiocruz em uma pesquisa realizada, somente nas capitais brasileiras cerca de 370 mil pessoas fazem uso da droga, ou seja, 0,81%da população dessas cidades. As consequências do seu uso envolvem várias dimensões dentre elas de ordem fisiológica, psicológica e social que necessitam de diferentes modelos de intervenção bem como políticas públicas de prevenção e eficazes para nortear o atendimento. O objetivo deste estudo foi analisar os impactos causados aos usuários de crack referentes à Qualidade Vida pré e pós-tratamento clínico. O estudo teve uma amostra de 32 usuários de crack que iniciaram o tratamento e 20 destes que concluíram o tratamento em uma Clínica de Reabilitação. O estudo foi realizado no período de setembro de 2017 a janeiro de 2018 utilizando como instrumento de coleta de dados, o WHOQOL-Bref para qualidade de vida e um questionário simples para identificação dos participantes. Os dados foram analisados estatisticamente pelo software SPSS, sendo realizado teste Qui-Quadrado a partir da classificação de cada domínio entre os dependentes para o início e o final do tratamento. Além disso, foi traçado um perfil dos participantes, elencadoa idade, o tempo de uso do crack, número de internações, dias de abstinência na internação, condições de emprego e forma como chegaram até a clínica. A idade média foi de 32,25 anos, o tempo de uso do crack foi em média 12,18 anos, o número de internações foi de 3,06 internações em média,sendo que os usuários estavam em média há 3,53 dias sem uso da droga, os encaminhamentos foram em maior parte feitos pelo CAPS (dos 32 usuários 19 chegaram através deste serviço), e referente às condições de emprego, 24 indivíduos apresentavam-se desempregados no momento da pesquisa.No que diz respeito àQualidade de Vida global, domínio físico, domínio psicológico, domínio social e domínio ambiental, todos mostraram diferença estatística relevante do período pré-tratamento clínico para o períodopós-tratamento clínico(p<0,05),demonstrando que o tratamento tem resultado positivo para o usuário, já para a classificação do apoio recebido não houve diferença estatística significante do início para o final do tratamento. Entretanto o tratamento do usuário de crack deve sempre considerar os impactos causados previamente, auxiliando os usuários a gerenciar e superar todos esses déficits físicos, psicológicos, sociais e ambientais a fim de promover mesmo que pequenos e curtos períodos de recuperação.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectDrogas – Abuso – Tratamentopt_BR
dc.subjectViciados em drogas – Tratamentopt_BR
dc.subjectCocaínapt_BR
dc.subjectCrack (Drogas)pt_BR
dc.subjectQualidade de vidapt_BR
dc.titleImpactos do tratamento clínico de usuários de crack sobre a qualidade de vidapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
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