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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorRicken, Claudio-
dc.contributor.authorAlmeida, Edevaldo Alves Frederico de-
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2012-11-16T21:43:24Z-
dc.date.available2012-11-16T21:43:24Z-
dc.date.created2011-07-
dc.date.issued2012-11-16-
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/1351-
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel no Curso de Engenharia Ambiental da Universidade do Extremo Sul Catarinense, Unesc.pt_BR
dc.description.abstractAtualmente, quando se fala de estudo das condições de balneabilidade das praias é comum se referir apenas a caracterização sanitária da água por meio da verificação da presença de microorganismos. Contudo, a areia da praia tem se mostrado como um foco de parasitas, sendo responsáveis pelo surgimento de doenças que podem comprometer a integridade dos banhistas, do meio ambiente e consequentemente do uso sadio das praias. Assim, o presente trabalho buscou verificar a presença de bactérias do tipo coliformes, fungos bem como, ovos e larvas de helmintos em um trecho de praia do Balneário Rincão, Santa Catarina, durante os meses de janeiro a abril/2011, com um período de amostragem quinzenal. Foi utilizado o método dos tubos múltiplos, por meio da incubação em caldo lactosado verde brilhante Bill e caldo E.coli, adotando a estimativa do número mais provável (NMP). A técnica de espalhamento permitiu verificar a presença de unidades formadoras de colônias (UFC) nas amostras, enquanto que a presença de larvas e ovos de helmintos foi verificada por meio do método de Rugai adaptado por Carvalho et al (2005). Os dados obtidos durante a verificação da presença de coliformes foram comparados com a Resolução SMAC 468 de 28 de janeiro de 2010. As diretrizes fornecidas pela Associação Bandeira Azul auxiliaram na definição dos números aceitáveis para a presença de fungos e, na ausência de legislação aplicada à existência de ovos e larvas de helmintos apenas se procedeu à contagem e identificação da espécie desse parasita. Mediante visitas in loco foi possível visualizar a presença de resíduos sólidos carreados pela água do mar e também deixados pelos usuários das instalações da praia além do fato de banhistas e moradores do entorno terem o habito de levar os seus cachorros para passeio junto à orla. Embora se tenha constatado a presença de microorganismos durante o período amostral, o parâmetro coliforme total e fecal enquadrou a área estudada como própria para uso, sendo que, o parâmetro climático temperatura foi considerado mais relevante nas variações dos valores de fungos e coliformes totais e termotolerantes que se foi verificando nos dados levantados. Recomenda-se, porém, maior tempo de estudo para a real comprovação das condições sanitárias da areia da praia do Balneário Rincão e um maior cuidado para a preservação ambiental do local, quer seja pelo descarte adequado dos resíduos ou pelo simples ato de não levar os animais domésticos para a praia, garantindo dessa forma a integridade de todos os que fazem uso do Balneário.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectPoluição da areia da praiapt_BR
dc.subjectColiformes totaispt_BR
dc.subjectEscherichia colipt_BR
dc.subjectHelmintospt_BR
dc.titleMicrobiologia e parasitologia da areia da praia do balneário Rincão, Içara, SCpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR
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