Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://repositorio.unesc.net/handle/1/12105
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorSantos, Robson dos-
dc.contributor.authorSandrini, Júlia Gava-
dc.contributor.otherElias, Guilherme Alves-
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2026-02-06T23:06:07Z-
dc.date.available2026-02-06T23:06:07Z-
dc.date.created2025-
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/12105-
dc.descriptionDissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais (PPGCA) da Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC), como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre em Ciências Ambientais.pt_BR
dc.description.abstractA região dos Aparados da Serra Geral é caracterizada por escarpas acentuadas que conectam o planalto às planícies costeiras entre os estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Essa região é marcada por elevada diversidade florística e um número expressivo de espécies endêmicas, sendo considerada área prioritária para a conservação da biodiversidade brasileira. Inserida nesse contexto, a Serra do Rio do Rastro é reconhecida por sua importância ecológica, paisagística e turística, abrigando uma vegetação rupícola associada a paredões rochosos verticais de origem basáltica. Entretanto, há uma lacuna significativa de estudos botânicos atualizados sobre a flora rupícola da região, bem como ausência de iniciativas de educação ambiental voltadas à valorização e conservação dessa vegetação. Diante desse cenário, esta dissertação teve como objetivos caracterizar a composição florística da vegetação rupícola da Serra do Rio do Rastro, compreender o grau de ameaça das espécies registradas nos paredões rochosos e desenvolver um material educativo ilustrado com foco na sensibilização ambiental e na valorização da flora local. A metodologia incluiu o levantamento florístico por meio de coletas de campo realizadas mensalmente durante um ano ao longo de 6 km da Rodovia SC-390, além da análise de registros secundários obtidos nas plataformas SpeciesLink e REFLORA. As espécies foram categorizadas quanto ao hábito, origem, endemismo e grau de ameaça em níveis estadual, nacional e global. Foram registradas 317 espécies de plantas vasculares, distribuídas em 204 gêneros e 71 famílias, de modo que 294 espécies pertencem às angiospermas, enquanto 23 às samambaias e licófitas. Desse total, 21 táxons registrados são endêmicos do estado de Santa Catarina e 20 estão ameaçados de extinção em algum nível. Os resultados evidenciam a importância dos paredões rochosos como refúgios de biodiversidade e reforçam a necessidade de conservação desses ecossistemas. Adicionalmente, desenvolveu-se o livro ilustrado “Flora na Serra do Rio do Rastro”, estruturado em três seções: história ilustrada, guia fotográfico e seção de atividades educativas. O material está sendo aplicado em iniciativas de educação ambiental, e apresenta potencial de promover o conhecimento sobre a flora local e contribuir para a mitigação da impercepção botânica, fator que compromete os esforços de conservação da biodiversidade vegetal.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectPlantas rupícolas - Rio do Rastro, Serra (SC) – Identificaçãopt_BR
dc.subjectPlantas rupícolas – Conservaçãopt_BR
dc.subjectAfloramentos basálticospt_BR
dc.subjectPlantas em extinçãopt_BR
dc.subjectCegueira botânicapt_BR
dc.subjectEducação ambientalpt_BR
dc.titleFlora vascular rupícola da Serra do Rio do Rastro, Santa Catarina, Brasil: florística, conservação e educação ambientalpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (PPGCA)

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
Júlia Gava Sandrini.pdfDissertação7,29 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.