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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorBudni, Josiane-
dc.contributor.authorAndrin, Barbara-
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2025-08-27T17:46:08Z-
dc.date.available2025-08-27T17:46:08Z-
dc.date.created2025-
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/11953-
dc.descriptionDissertação de Mestrado apresentado ao Programa de Pós-Graduação para obtenção de título de mestre em Ciências da Saúde.pt_BR
dc.description.abstractA população mundial de idosos está crescendo consideravelmente. O Brasil está acompanhando esse crescimento, no entanto ainda faltam políticas públicas eficientes para favorecer uma melhor qualidade de vida para essa faixa etária. O envelhecimento é caracterizado por diversas alterações fisiológicas, mas também comorbidades que poderiam ser evitadas. A Saúde bucal está relacionada com a qualidade de vida de idosos, e sua precariedade pode influenciar nas demais comorbidades. O presente estudo tem como objetivo avaliar a saúde oral e fatores associados em idosos institucionalizados e da comunidade em Rio Verde – Goiás, selecionados por critérios de inclusão e exclusão. Os idosos selecionados que aceitaram participar, assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido e passaram por uma visita onde responderam a um questionário sociodemográfico e de saúde previamente elaborado pelo grupo de pesquisa, e instrumentos que avaliaram a qualidade de vida e a saúde oral. O estudo foi transversal, utilizando uma população de 84 idosos, sendo 34 institucionalizados (Associação Beneficiente Auta de Souza – ABAS) e 50 da comunidade residentes no município de Rio Verde em Goiás – Brasil, que passam o dia na ABAS. A idade média foi de 75,6 para os da comunidade e 75,8 para os institucionalizados. Perfez um total de 45 indivíduos do sexo masculino, sendo 21 da comunidade e 24 institucionalizados, 39 indivíduos do sexo feminino, sendo 29 da comunidade e 10 institucionalizadas. O edentulismo total na amostra da comunidade foi de 51,3%, e na amostra de institucionalizados 42,4%. Dentre os indivíduos com edentulismo parcial, 23,1% dos indivíduos comunidade e 15,2% dos institucionalizados possuem dentes funcionais. Quanto à qualidade da higiene oral 41% dos indivíduos da comunidade e 39,4% dos indivíduos institucionalizados possuem higiene regular. Os resultados mostram que as condições de saúde oral dos indivíduos não estão satisfatórias, mas não há diferenças entre os grupos da comunidade e institucionalizados. Um número importante de indivíduos possui sinais e sintomas comuns à disfagia orofaríngea, como a necessidade de ingestão de líquidos durante a refeição para auxiliar na deglutição (36% dos idosos da comunidade e 36,4% dos idosos institucionalizados). Para os idosos da comunidade, foram associados com o edentulismo total, a idade avançada e escolaridade baixa. Já a diabetes e uso de vitaminas foram associados com redução da prevalência do edentulismo. Em idosos institucionalizados, o edentulismo foi associado a cor branca da pele e redução dele para indivíduos que se sentem mais compreendidos. Faz-se necessário abordar de maneira integrada na atenção à saúde do idoso, considerando a interconexão entre saúde geral, oral e mental para promover um envelhecimento mais saudável e com melhor qualidade de vida.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectOdontologia geriátrica – Rio Verde (GO)pt_BR
dc.subjectSaúde bucalpt_BR
dc.subjectEnvelhecimentopt_BR
dc.subjectIdosos institucionalizadospt_BR
dc.titleAvaliação da saúde oral e fatores associados em idosos institucionalizados e da comunidade em Rio Verde - Goíáspt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
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