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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorValerim, Gabriela Martins-
dc.contributor.authorMartins, Hilda Melissa Rocha-
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2025-01-21T21:02:15Z-
dc.date.available2025-01-21T21:02:15Z-
dc.date.created2024-12-
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/11447-
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de enfermeira no curso de Enfermagem da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.pt_BR
dc.description.abstractA esquizofrenia é um transtorno mental grave, que acomete mais de 1,6 milhões de brasileiros, sendo uma doença que afeta além de sua percepção de realidade, mas interfere na capacidade de cuidar-se, podendo acarretar um autocuidado e qualidade de vida deficiente. O enfermeiro tem o papel ativo no processo terapêutico dos usuários do Centro de Atenção Psicossocial, com o objetivo de auxiliar os mesmos por meio de uma promoção de autocuidado. A teoria de Dorothea Orem será de suma importância para tal estudo, pois permite uma compreensão mais profunda das práticas e necessidades encontradas na realidade de cada mulher. A pesquisa tem como objetivo identificar possíveis fatores que possam influenciar no déficit de autocuidado das mulheres com diagnóstico de esquizofrenia. A presente pesquisa foi de abordagem qualitativa, é do tipo exploratório, descritivo e de campo, do tipo transversal. A metodologia se deu por meio de uma entrevista aberta individual e grupal com as usuárias, analisando os fatores que as afetam e causam um déficit na promoção do autocuidado. Os resultados destacaram como aspectos como o vínculo com os cuidadores, a relação com o serviço de saúde, os déficits cognitivos e os desafios pessoais afetam a prática do autocuidado dessas mulheres. As categorias identificadas abordaram a convivência com a doença, o vínculo com o CAPS, e a capacidade de autocuidado segundo Dorothea Orem, além das dificuldades de comunicação. Aspectos como a relação com os cuidadores, o vínculo com o serviço de saúde e questões socioeconômicas, como conflitos familiares e dificuldades financeiras, foram identificados como determinantes no autocuidado. A pesquisa também demonstrou que, embora seja possível explicar o conceito de autocuidado para essas participantes, a promoção de melhorias exige intervenções contínuas e adaptadas às necessidades individuais. Para futuras pesquisas, sugere-se ampliar a amostra e incluir outros CAPS, além de explorar a efetividade de programas de educação sobre autocuidado que possam contribuir para a autonomia dessas mulheres.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.titleO autocuidado de mulheres com diagnóstico de esquizofrenia em tratamento em um Centro de Atenção Psicossocial de uma cidade do sul catarinense: sob a ótica da teorista Dorothea Orempt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR
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