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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorZocche, Jairo José-
dc.contributor.authorFreitas, Rodrigo Ribeiro de-
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2023-10-18T22:42:07Z-
dc.date.available2023-10-18T22:42:07Z-
dc.date.created2018-
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/10496-
dc.descriptionDissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais da Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC, como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre em Ciências Ambientais.pt_BR
dc.description.abstractAnimais marinhos são organismos que obtêm a maior parte ou a totalidade de sua nutrição a partir do mar, do oceano ou de ambientes estuarinos. Entre eles se encontram os Tetrápodes Marinhos, cujas respostas às alterações na qualidade do ambiente variam de espécie para espécie, sendo o encalhe uma delas. O encalhe é um evento descrito para os animais marinhos cujo indivíduo ou um grupo de indivíduos vem a terra após a morte ou é encontrado vivo na praia ou na costa em uma situação indefesa, incapaz de retornar à água por si só. Este estudo teve como objetivo inventariar os encalhes de animais marinhos Mammalia, Aves e Testudines ocorridos no período de 2003 a 2016, nas praias do litoral sul de Santa Catarina. A coleta de dados foi realizada por meio de acionamentos de terceiros e de monitoramentos sistemáticos. Com o esforço de 45 campanhas de amostragens sistemáticas e o atendimento de 148 acionamentos, foram registrados 3.874 encalhes de Tetrápodes Marinhos, dos quais 97,60% (n = 3.781) desses vertebrados estavam mortos. Cem por cento dos espécimes registrados por meio de acionamentos (n = 148) estavam mortos, enquanto, daqueles registrados por meio das amostragens sistemáticas, 2,50% (n = 93) estavam vivos e 97,50% (n = 3.633) estavam mortos. Spheniscus magellanicus (n = 3.123), Chelonia mydas (n = 169), Arctocephalus australis (n = 164), Puffinus puffinus (n = 73), Caretta caretta (n = 40), Arctocephalus tropicalis (n = 39), Pontoporia blainvillei (n = 30), Thalassarche chlororhynchos (n = 26), Larus dominicanus (n = 23), Otaria flavescens (n = 22), Procellaria aequinoctialis (n = 17), Tursiops truncatus (n = 10), Sterna hirundinacea (n = 9) e Eubalaena australis (n = 7) foram as espécies com os maiores números de espécimes encalhados registrados. O estudo contemplou uma área pouco estudada no que tange às três classes, haja vista a quantidade de animais encontrados, a qual apresentou alta diversidade e elevada riqueza. As bacias hidrográficas que cobrem a área de estudo bem como as correntes de ressurgência propiciam a riqueza de microhabitats, nichos e elementos que sustam a migração e a ocorrência de animais marinhos. Nesse contexto, a área merece atenção, principalmente pelos registros raros ocorridos e inéditos, como Thalassarche cauta, Lugensa brevirostris, Balaenoptera physalus, Kogia breviceps e Arctocephalus gazella. O alto número de ocorrência de A. tropicalis não pôde ser explicado com certeza, por isso deve ser investigado. Nesse sentido, novas pesquisas se fazem necessárias para a presente área e, caso seja possível, a realização de necropsias orientaria os resultados obtidos, assegurando maior embasamento às futuras pesquisas além de contribuir para a elucidação da causa mortis dos animais registrados.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectEncalhes de animais marinhos – Santa Catarina, Região Sulpt_BR
dc.subjectTetrápodes marinhospt_BR
dc.subjectMamíferos marinhospt_BR
dc.subjectAves marinhaspt_BR
dc.subjectTartarugas marinhaspt_BR
dc.titleEncalhes de animais marinhos (mammalia, aves e testunides) no período de 2003 a 2016, no litoral sulde Santa Catarina, Brasilpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
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