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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorBack, Álvaro José-
dc.contributor.authorAmaral, Lucas Kister-
dc.date.accessioned2023-10-18T22:41:20Z-
dc.date.available2023-10-18T22:41:20Z-
dc.date.created2022-
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/10494-
dc.descriptionDissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais da Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC, como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre em Ciências Ambientais.pt_BR
dc.description.abstractA modelagem do escoamento superficial é de grande aplicação em estudos hidrológicos e estimativas de vazões máximas. Dentre os métodos de estimativa do escoamento superficial destacam-se aqueles que usam o método proposto pelo Serviço de Conservação de Solos dos Estados Unidos (SCS). Neste método o escoamento superficial é estimado atribuindo um valor ao parâmetro da Curva Número (CN), que por sua vez depende da umidade antecedente, manejo e condições da superfície e do grupo hidrológico do solo. A dificuldade de aplicação deste em outros países reside na definição do grupo hidrológico do solo, uma vez que a classificação proposta se baseou em parâmetros dos solos dos Estados Unidos. O levantamento de solos do Estado de Santa Catarina apresenta informações dos parâmetros físicos e químicos do solo, no entanto não existe nenhum estudo para a classificação hidrológica desses solos (CHS). Dessa forma a pesquisa teve como objetivo propor a classificação hidrológica do solo para o estado de Santa Catarina, mapeando os grupos hidrológicos da área de estudo. A definição dos grupos hidrológicos seguiu a aplicação de dois métodos específicos, sendo um proposto por Brakensiek e Rawls (1983), que define a classificação hidrológica do solo com base nas classes texturais e um segundo método proposto por Sartori (2010), que define a CHS com base em parâmetros como camada restritiva, lençol d’água subterrâneo, atividade da argila do horizonte superficial, propriedades ácricas, óxido de ferro e textura. Os resultados se mostraram diferentes entre os métodos aplicados, sendo que esse fator se mostrou na quantidade e qualidade dos parâmetros de entrada. A aplicação pelo método de Brankensiek e Ralws (1983) apresentou 90,05% dos solos do Estado de Santa Catarina inseridos no grupo D, e apenas 1,97 % classificado como A, 0,16% no grupo B e 7,89% classificado como C. A aplicação pelo método de Sartori (2010) apresentou 1,25 % no grupo A, 54,30% no grupo B, 21,55% no grupo C e 22,89% com classificação hidrológica incluída no grupo D. Os resultados propostos pelo método de Sartori (2010) se mostraram mais adequado devido as diversas características dos solos analisadas para a classificação, e dessa forma sugere-se a classificação de Sartori como método de aplicação para futuras pesquisas.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectSolos – Classificação – Santa Catarinapt_BR
dc.subjectGrupo hidrológico do solopt_BR
dc.subjectEscoamento superficialpt_BR
dc.titleClassificação hidrológica dos solos aplicado ao estado de Santa Catarina, Brasilpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
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